19/10/2024

A Importância da Conscientização no Combate ao Câncer de Mama

No dia 19 de outubro, celebramos o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama, destacando a urgência da conscientização e da detecção precoce dessa doença que continua a ser um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil. O câncer de mama é a forma mais comum de câncer entre as mulheres no país, com aproximadamente 66.000 novos casos estimados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) em 2023. Embora a doença seja responsável por uma alta taxa de mortalidade, a detecção precoce aumenta significativamente as chances de cura.
11/06/2025

Aceiros queimados previnem incêndios em parques estaduais

Para prevenir incêndios florestais, a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) tem feito aceiros queimados nas Unidades de Conservação de Goiás. A técnica faz parte do Plano Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais e é autorizada legalmente como modalidade de manejo integrado do fogo — conceito que une conhecimentos tradicionais, ciência e gestão adaptativa.
07/08/2026

Diagnóstico tardio dá poucas chances de cura para o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é uma doença silenciosa, e segundo o oncologista Igor Morbeck, membro do Comitê Científico do Instituto Lado a Lado pela Vida, entre 70% e 80% dos cânceres de pulmão no mundo são diagnosticados em fase totalmente avançada ou em metástase. No Brasil, não é diferente. Por meio da plataforma Data Câncer 360º, o Instituto Lado a Lado pela Vida analisou 14.145 diagnósticos registrados no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2023 e descobriu que dentre os casos que continham o estadiamento identificado, ou seja, a avaliação da localização, extensão e disseminação do câncer no organismo, 89,6%, ou o equivalente a 7.267 pacientes, foram diagnosticados já em estágio 3 (2.015 pessoas) ou 4 (5.252), quando existem poucas chances de cura. Apenas 698 pacientes (10,4%) descobriram o tumor nas fases iniciais, sendo 307 no estágio 1 e 391 no estágio 2. Para o oncologista, esse avanço do número de diagnósticos é ocasionado, principalmente, por uma exposição cada vez maior a fatores de risco, como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação.