26/09/2024

RDR volta a discutir os males do cigarro eletrônico

Por se tratar de algo que envolve a saúde das pessoas, a Rede Diocesana de Rádio voltou a discutir em sua programação jornalística os males causados pelo uso do cigarro eletrônico. Desta vez quem esclareceu dúvidas dos ouvintes acerca do assunto foi o médico pneumologista da Clínica Goiana Medicina e Diagnóstico, Igor Duarte. Ouça na íntegra:
08/04/2025

RDR discute a importância do combate ao bullying e à Violência na escola

Na passagem do Dia do Dia nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, a RDR discutiu o tema. O MEC divulgou uma nota dando conta que tem implementado uma série de políticas públicas estruturantes, tanto de caráter preventivo à violência nas escolas quanto de resposta e reconstrução. Entre as ações desenvolvidas, está a instituição do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave), que apoia as redes de ensino e qualifica as respostas institucionais frente às diversas expressões de violência no ambiente escolar. Criado pela Lei nº 14.643/2023 e regulamentado pelo Decreto nº 12.006/2024, o Sistema é coordenado em articulação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). 
10/09/2025

Lula sanciona lei que estabelece ações para reduzir partos prematuros

Em 2023, mais de 303 mil gestantes deram à luz a bebês que ainda não haviam completado 37 semanas de gestação. Além de colocar o país entre as dez nações com os maiores números de casos de partos prematuros, o resultado aponta para um grave problema de saúde pública. O Ministério da Saúde alerta que, ainda que muitos bebês nascidos prematuramente se desenvolvam bem, sem sequelas, é fato que “o parto antes das 37 semanas pode expor o recém-nascido a diversas intercorrências devido à imaturidade de seus órgãos e sistemas”. Para fazer frente a esta questão que, segundo a Associação Brasileira de Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros (ONG Prematuridade.com), “exige políticas públicas consistentes, informações qualificadas e união de esforços”, o Congresso Nacional aprovou, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, a lei que estabelece como uma prioridade para o Poder Público reduzir o número de mortes de crianças nascidas prematuramente e de óbitos das mães.