No quarto Domingo do Advento, a Igreja já não fala do avolumar da esperança, mas do limiar de um acontecimento. O tempo estreitou-se e o mundo já escuta os passos de quem chega. Por isso, o Evangelho nos oferece uma cena íntima na delicadeza de uma casa, de um noivado, do coração humano atravessado pelo mistério de Deus.
Mateus apresenta José como um homem de sentimentos profundos, um justo! Alguém para o qual a Lei não é uma arma, mas uma forma de reverência. Por isso, o drama lhe ronda diante da necessidade de uma decisão difícil.








